terça-feira, dezembro 16, 2008
Buch no Iraque não se dá bem

Buch se defende da “sapatada” de repórter
Como sempre os protestos foram muitos. Durante uma entrevista coletiva, um jornalista iraquiano atirou seus sapatos contra Bush e o chamou de “cachorro”. O repórter foi expulso do local e o presidente americano, que se desviou dos sapatos, brincou com o episódio e voltou a responder as questões dos repórteres.
Mas mesmo querendo mostrar que tudo não passou de um pequeno susto, agora Buch entendeu que nem sempre é bom “cutucar onça com vara curta”.
Histórico do Batalhão de Operações Especiais - BOPE
O Batalhão de Operações Especiais, foi criado através de um processo gradual, que teve sua origem com o Decreto n.º 1639, de 10 de março de 1971, que incluía na estrutura orgânica da Corporação a Companhia de Operações Especiais. Em 11 de agosto de 1981, o Decreto n.º 6150, dá nova designação à Unidade que passa a denominar-se Companhia de Polícia de Choque. No dia 25 de fevereiro de 1999, firma-se finalmente, através de Decreto do Governador, como Batalhão de Operações Especiais, satisfazendo assim um antigo anseio da sociedade brasiliense.
Atualmente é comandado pelo TC QOPM Edson Barbosa Silva. Está dividido em 04 (quatro) Companhias e 02 (dois) pelotões, a saber; Pelotão de Comando e Serviços (composto pelo Estado Maior da Unidade e Seções de expediente voltadas para a administração), Pelotão de Guarda, Companhia de Operações Especiais, Companhia de Policiamento de Choque, Companhia de Patrulhamento Tático Móvel, e Companhia de Policiamento com Cães, sendo que na estrutura da Cia de PATAMO encontra-se subordinado o Grupo Tático de Ações Motociclísticas.
O Batalhão de Operações Especiais é uma Unidade Operacional com autonomia administrativa, de pronto emprego, responsável pela execução imediata das ordens emanadas pelo Comandante Geral da Corporação, a quem subordina-se diretamente, em ações que necessitem do uso da força coerciva do Estado, visando garantir, preservar e quando necessário restabelecer a Ordem Pública. Cabem ainda ao BOPE, missões de vulto que por suas características distintas, grau de dificuldade e repercussão junto a opinião pública, exijam pessoal especializado, pronto para cumprir os objetivos desejados pelo Comandante Geral, onde o emprego da tropa convencional se mostre ineficiente ou mesmo inviável, seja no combate ao crime especializado, controle de distúrbios civis, ações anti-guerrilha, anti-seqüestro, com uso de explosivos, agentes químicos ou ainda defesa interna ou territorial.
Devido as suas características peculiares são realizados pelo Batalhão diversos cursos em várias áreas do conhecimento técnico profissional, seja de caráter civil ou militar, mas sempre voltados para a formação, no seio da Corporação, de pessoal apto a cumprir as missões que exijam conhecimentos técnicos específicos direcionados para a área de Segurança Pública.
Entre os cursos realizados pelo Batalhão de Operações Especiais, estão inclusos: o Curso de Operações Especiais, Curso de Operações Químicas, Curso de Adestramento Canino (Cinotecnia), Curso de Tiro de Combate Policial Militar, Curso de Operações de Choque, Curso de Patrulhamento Tático Móvel, entre outros implementados por meio de convênios firmados pela Corporação. No efetivo do Batalhão existem vários policiais militares com cursos realizados em outros Estados ou mesmo em outros países, otimizando assim, o grau de operacionalidade desta Unidade de elite da Polícia Militar.
Ao longo de sua história, o Batalhão de Operações Especiais colecionou inúmeras glórias, enaltecendo o nome da Corporação e firmando a imagem do homem de preto, e do grifo, imponente guardião, como incansáveis defensores da sociedade de Brasília, seguindo altaneiros na brava missão de servir e proteger.
O Batalhão de Operações Especiais desenvolve diversas atividades sociais, dentre elas: apoio com demonstração de cães, montagem de exposições de material, armamento e equipamento nas Ações Globais realizadas periodicamente, nos Governos Itinerantes, aniversário das cidades satélites; agendamento de visitas de estudantes de 1º, 2º e 3º graus às instalações do Batalhão e Resgate de animais (cães agressivos) dentre outras atividades. Destacamos ainda a participação do Batalhão na doação voluntária de sangue, atendendo aos pleitos da comunidade em geral.
No início, as festas nas praias eram tomadas pelo rock psicodélico e pelo reggae. Estas festas se tornavam cada vez mais populares. Decorações feitas de cores fluorecentes e a mitologia indiana tornaram-se parte da vida de Goa. Entre 1987 e 1988 um DJ francês chamado Laurent teve a idéia de tocar música eletrônica nessas festas. No início ele teve muita oposição, mas com o tempo a faísca pegou fogo e a música eletrônica passou a ser parte da cena de Goa.
Outras pessoas perceberam o imenso potencial desse tipo de música tocado em raves na praia. O DJ Goa Gill foi da Cailfórnia até Goa e eventualmente se tornou o maior protagonista da música eletrônica em Goa, mantendo esse título até hoje. Ele criou a conexão entre batidas eletrônicas, espiritualidade, yoga e música com o seu conceito de "redefinir o antigo ritual tribal para o século XXI", guiando o público através do trance a um estado de consciência mais elevado.
No início, era bem difícil conseguir fazer estas raves - os DJs tinham de tocar usando fitas cassetes de walkman. Naquela época os CDs ainda não eram populares e o calor e a poeira de Goa não eram propícios para o vinil. A música se desenvolveu para uma colorida mistura de Post-Wave, Electronic Body Music (EBM), New Beat, Front 242, Nitzer Ebb, variando entre música eletrônica belga, inglesa e americana. O início da cena techno e acid também chegou com força em Goa.
O mês de abril trazia um calor insuportável, e as chuvas duravam até agosto, então as pessoas aproveitavam para voltar aos seus países de origem, levando e espalhando com eles a cultura de Goa, e também voltando para Goa com novas influências. Nessa altura, Goa havia se transformado num dos centros de música eletrônica mais inovativos do planeta, graças a ajuda do walkman e posteriormente do DAT (Digital Audio Tape).
A grande gama de possibilidades que resultaram das experiências dos anos 80 (criar música psicodélica através do computador e de sintetizadores) causou uma inundação de criatividade que se espalhou pelo globo. Músicos como Johann Bley, do Juno Reactor, levaram computadores para Goa. Dessa união de diferentes pessoas de várias partes do mundo resultou um estilo mais individual que se tornaria conhecido como goa-trance.
A reputação de Goa como um paraíso aumentava e trazia cada vez mais viajantes do mundo inteiro. Na Alemanha, as pessoas que se conheceram nas festas da Índia passaram a se encontrar regularmente a 30 km ao sul de Hamburgo num local desconhecido chamado Waldheim, entre 1989 e 1990. Era normal pessoas da Bavária irem nessas festas também. O lugar começou a ficar cheio demais, ao ponto das pessoas que não conseguiam entrar passarem a dançar no meio da rua mesmo. Nada andava, o trânsito ficava caótico, então o local teve que ser fechado. Nos pubs as pessoas começaram a planejar uma mega rave, então em 1991 foi feita a primeira Voov-Experience, com mais de 1500 pessoas.
Johann Bley voltou para Goa junto com Youth, seu amigo de raves, até então conhecido como o parceiro de Alex Paterson no projeto ambient The Orb e baixista da banda Killing Joke, que lançou a primeira faixa oficial de goa-trance. O nome da música era Jungle High, lançado pelo selo Perfecto, de Paul Oakenfold, e se tornou num enorme sucesso nos charts da Inglaterra. Inspirado por isto, Youth lançou o primeiro selo de psy-trance. Utilizando as estruturas de estúdio de gravação do seu selo Butterfly, Youth batizou seu novo selo de Dragonfly. Este selo se tornou o primeiro da cena psychedelic trance de Londres. Simon Posford, engenheiro de som do Butterfly, criou o projeto eletrônico Hallucinogen. O primeiro lançamento do Dragonfly saiu em maio de 1993, uma coletânea com bandas como Genetic, Gumbo, TIP e Black Sun. A segunda coletânea, Project II Trance, foi lançada em agosto do mesmo ano e incluía faixas do grupo francês Total Eclipse e do Mandra Gora, produzido por Johann e Youth. No ano seguinte mais singles foram lançados e vieram as primeiras músicas do Hallucinogen. Man With No Name, Prana, Ayahuasca, Slinky Wizard e Doof foram outros grupos que surgiram em seguida.
Em 1994 a cena psy-trance da Inglaterra havia se desenvolvido rapidamente, e festas grandes como Return to the Source aconteciam, enquanto inúmeros selos de psy-trance começavam a surgir. Os integrantes do Slinky Wizard fundaram o Flying Rhino Records. Simon Berry lançou o Platipus Records - o primeiro lançamento foi um vinil do Technossomy. O Platipus Records também lançou Children, do Robert Miles (esta música é considerada a de maior sucesso da história das paradas de sucesso trance até o momento) e álbuns vanguardas como There Will Be No Armageddom do Union Jack (1996), que incluía hinos trance como Red Herring e Cactus.
A Barata Gigante Verdade ou Mentira
A Lenda
o mutante de Sorocaba
Muita gente ficou preocupada: depois da cadela com rosto humano e do esqueleto gigante , logo denominado coisinha linda... "O Mutante de Sorocaba". O mundo está perdido!!! Será o indicador do final dos tempos, coisa esperada por muita gente?
esquisito mas comparando o tamanho da caneta com o tamanho do animal não se chega aos 60 centímetros mencionados.
De onde veio o bicho?Medo de barata?
Pegue o chinelo....
Vejam fotos de um animal encontrado na tubulação de águas pluviais de Sorocaba.
Esse estranho animal foi econtrado e morto por um funcionário do Saae, que ao entrar em uma boca-de-lobo para manutenção, teve a sua perna mordida pelo animal. O animal mede aproximadamente 60 cm e pesa uns 5 quilos e foi encaminhado para estudo no zoológico Quinzinho de Barros.
O biólgo que recebeu o animal no zoológico ficou surpreso e disse que, com certeza, é de uma espécie desconhecida da ciência, ou mesmo uma mutação genética de um animal menor.
O funcionário mordido levou 3 pontos e já voltou ao trabalho.

